Sustentabilidade

Mudanças climáticas

Energia para combater as mudanças climáticas

Com redução de mais de 80% nos índices de desmatamento do Brasil na última década, setor de Energia, junto com o de Agropecuária, passa a ser ainda mais estratégico para o país no combate às mudanças climáticas

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A 21ª Conferência das Partes de Mudanças Climáticas, apelidada de COP 21, está chegando! A menos de um mês do início do evento da ONU, que acontece em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro, todos os países participantes da cúpula já anunciaram ao mundo suas INDCs (Contribuições Intencionais Nacionais Determinadas). Entre eles, o Brasil.

Nosso governo se comprometeu, internacionalmente, a reduzir em 43% suas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2030 (saiba mais em: O que o Brasil está fazendo pelo clima?). Para tanto, promete zerar o desmatamento ilegal no país e aumentar para 45% a participação das fontes renováveis na matriz energética nacional, entre outras estratégias.

Os especialistas acham pouco. Segundo o Panorama Energético Global, principal relatório anual sobre o tema, lançado recentemente pela AIE (Agência Internacional de Energia), até 2040 as renováveis devem representar apenas 15% do total de investimentos globais do setor, caso o mundo queira limitar o aumento da temperatura do planeta a 2ºC até o fim do século, como recomendou o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas).

“A tendência de descarbonização no fornecimento de energia elétrica não é acompanhada com a mesma velocidade na ponta. Ainda é difícil e caro substituir o carvão e o gás na indústria e o petróleo como combustível para os transportes”, disse Fatih Birol, diretor executivo da AIE, em comunicado oficial.

É PRECISO OLHAR O TODO
No Brasil, o cenário se repete. Com a redução de mais de 80% nos índices de desmatamento do país na última década, o setor de Energia – junto com o de Agropecuária – passa a ser ainda mais estratégico para o combate às mudanças climáticas, mas focar apenas no investimento em renováveis, como promete o governo, não é suficiente.

Estimativa do Observatório do Clima apontou que 44,8% das emissões do setor de energia brasileiro são provenientes do transporte. Em segundo lugar, vem a indústria com 19,1% e, apenas na terceira posição, a geração de eletricidade, com 14,8%. Entenda melhor no infográfico, abaixo, produzido pela organização.

Conscientes da relevância do assunto para o desenvolvimento sustentável e de seu impacto nos negócios, as empresas AES colocaram o tema Mudanças Climáticas, há alguns anos, na sua agenda.

Buscamos disseminar conhecimento sobre o assunto para nosso público interno e externo e reportamos, anualmente, as emissões de gases de efeito estufa do Grupo, assumindo metas para evitá-las.

Além disso, participamos de iniciativas empresariais pioneiras no setor climático – como CDP (Carbon Disclosure Project) e EPC (Empresas pelo Clima) – e nos envolvemos nos debates a respeito da contribuição do setor elétrico para a redução das emissões do Brasil.

E tem mais! Para reforçar a importância estratégica do tema nos negócios da AES, lançamos recentemente nossa Declaração de Compromisso para Mudanças Climáticas: conjunto de normas que norteia nossas ações, rumo a uma economia de baixo carbono - juntamente com a cadeia de valor, parceiros e demais empresas do setor.

Confira a Declaração de Compromissos para Mudanças Climáticas da AES, na íntegra, e acompanhe nosso site de sustentabilidade para ficar por dentro das novidades da COP 21.

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