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Inovação e tecnologia

Levamos muita energia e inovação ao Festival Path

Confira a participação do Instituto AES no evento que movimentou São Paulo

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  • Luiz Eduardo Rielli, do Instituto AES, no painel Soluções de energia de alto impacto social
  • Painel Soluções de energia de alto impacto social
  • Luiz Eduardo Rielli, do Instituto AES, Victor Hugo Mathias, da ONG Litro de Luz, e Fabio Miranda, do Instituto Favela da Paz, no painel Soluções de energia de alto impacto social
  • Painel Ressignificando os espaços públicos
  • Painel Ressignificando os espaços públicos
  • Espaço Instituto AES: iniciativas de empreendedores que estão transformando comunidades a partir de soluções de energia
  • Soluções de energia para a população de baixa renda

Nos dias 06 e 07 de maio aconteceu a quinta edição do Festival Path, um evento de inovação e criatividade com atrações e atividades bem ecléticas, que movimentaram o bairro de Pinheiros, em São Paulo. Nós, do Instituto AES, estivemos presentes mediando palestras que geraram discussões relevantes e muita troca de experiência entre os participantes.

Confira como foi nossa participação:

Soluções de energia de alto impacto social: inovando nas comunidades
No sábado, o diretor executivo do Instituto AES, Luiz Eduardo Rielli, falou sobre as soluções inovadoras em energia para a população de baixa renda, um dos pilares trabalhados pelo Instituto. Ele reforçou a importância da formação de uma rede de parcerias para a construção de uma sociedade mais justa. “No Brasil, mais de 800 mil pessoas não têm acesso à energia elétrica. Os números são alarmantes e, para mudar esse cenário, precisamos estabelecer parcerias junto a diversos setores da sociedade”, ressaltou Rielli.

Participaram do painel Victor Hugo Mathias, da ONG Litro de Luz, e Fabio Miranda, do Instituto Favela da Paz. Victor falou sobre a construção de 400 postes de luz e de 120 lampiões, produzidos a partir de garrafas PET, bateria, LED e canos de PVC. Com os postes de luz, contribuíram para amenizar situações de risco ocasionadas pela falta de iluminação pública em cinco municípios brasileiros. Já os lampiões beneficiaram sete comunidades ribeirinhas da região amazônica. Os voluntários que participaram das ações capacitaram os líderes locais sobre o funcionamento e manutenção dos equipamentos para que o conhecimento possa ser multiplicado nas comunidades. Victor reforçou que as ações promoveram uma verdadeira transformação nas regiões beneficiadas, levando desenvolvimento, cidadania e novas perspectivas aos moradores.

Fabio Miranda falou sobre as ações realizadas pela ONG em uma favela do Jardim Ângela, zona sul de São Paulo, como oficinas para a construção de biodigestores, placas solares e hortas para a comunidade. A proposta é transformar o local em uma comunidade de paz, na qual as pessoas possam vivenciar atividades educativas, inovadoras e sustentáveis. Fabio levou sua “maleta solar” ao evento, material que utiliza em suas oficinas para demonstrar, na prática, uma solução de geração de energia solar acessível à população de baixa renda.

Ressignificando os espaços públicos: novos modelos para os desafios da cidade
No domingo, a conversa foi conduzida pela Patricia Byington, gerente do Instituto AES. O painel teve a participação da Raiana Ribeiro, do Programa Cidades Educadoras da Associação Cidade Escola Aprendiz, e de Elcio Torres, do projeto Ateliê AZU.

Discutiram como a agricultura urbana, a educação e os espaços revitalizados nas favelas podem trazer o sentimento de pertencimento e dar novos significados aos espaços públicos existentes na cidade. Ambos citaram a governança e a gestão compartilhada como fatores essenciais para o desenvolvimento e a expansão dos projetos.

Patricia ressaltou iniciativas de empreendedorismo consciente, um dos pilares do Instituto AES, que podem ser realizadas no entorno de ativos das empresas do grupo. Citou as hortas comunitárias ob linhas de subtransmissão da AES Eletropaulo como exemplo de aproveitamento de espaços para geração de renda.

Já Raiana falou sobre como transformar os espaços públicos em territórios educativos, seguros e criativos para as crianças, ressaltando a importância do papel das escolas como articuladores junto ao poder público, a fim de garantir experiências significativas fora da sala de aula.

Elcio Torres finalizou o debate e contou sobre sua experiência na comunidade Vila Santa Inês, zona leste de São Paulo, em que utiliza a arte como meio de reflexão sobre o espaço público urbano. A partir da colocação de azulejos em paredes, pisos e escadas, ele transforma os territórios cinza das favelas em ambientes mais coloridos e alegres, contribuindo assim com o desenvolvimento socioeconômico e cultural local.

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